😲 Uma mulher dá à luz no hospital da prisão: a parteira aproxima-se para a examinar e solta um grito de horror.
Naquela manhã, tudo estava estranhamente calmo na prisão. Durante uma ronda de rotina, uma das guardas apercebeu-se que uma das reclusas grávidas não se estava a sentir bem. Chamou as outras guardas, que transferiram a prisioneira para o hospital da prisão.
Esta mulher não tinha família nem amigos e, durante todo o tempo em que esteve presa, ninguém a visitou. Não tinha registo médico e já estava no nono mês de gravidez. Sentia-se muito mal e mal conseguia falar.
Deitada num quarto austero, o seu olhar era vago. Mas nos seus olhos não havia medo nem dor, apenas resignação.
A parteira, uma mulher mais velha e experiente, aproximou-se da reclusa e falou-lhe em voz suave: “Olá, estarei consigo até o bebé nascer. Posso examiná-la?”
A mulher limitou-se a acenar com a cabeça.

A parteira inclinou-se para a examinar. Então, de repente, gritou horrorizada: “Chamem um padre imediatamente!”
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Uma mulher dá à luz no hospital da prisão: a parteira aproxima-se para a examinar e grita horrorizada.
Ela não conseguia ouvir os batimentos cardíacos do bebé.
Em pânico, fez mais pressão, mas sem sucesso.
Com a voz trémula, sussurrou: “Não consigo ouvir os batimentos cardíacos…”
Os guardas trocaram olhares preocupados.
As contrações estavam a tornar-se cada vez mais violentas, e cada segundo contava.
Uma mulher dá à luz no hospital da prisão: a parteira aproxima-se para a examinar e grita horrorizada.
Resoluta, a parteira ordenou que fosse chamado um padre, invocando um rito final para a criança sem vida.
Mas depois, um som ténue, quase impercetível, quebrou o silêncio.
O coração da criança batia, fraco, mas perceptível.
« Está vivo! » gritou a parteira.
Uma mulher dá à luz no hospital da prisão: a parteira aproxima-se para a examinar e grita horrorizada.
Após longas horas de sofrimento, um grito quebrou o silêncio.
O bebé, frágil, mas vivo, deu o seu primeiro choro.
A equipa médica correu para administrar oxigénio.
Exausta, mas aliviada, a parteira sussurrou: « Obrigada, Senhor… »
Finalmente, pela primeira vez, a reclusa olhou para cima e sorriu.