Após sair da prisão, a primeira coisa que um jovem fez foi ir ao túmulo da sua falecida noiva. Baixou-se para colocar flores, mas de repente reparou em algo estranho na sua lápide — e ficou paralisado de choque. 😱😨
Após sair da prisão, a primeira coisa que um jovem fez foi ir ao túmulo da sua falecida noiva. Baixou-se para colocar flores, mas de repente reparou em algo estranho na sua lápide — e ficou paralisado de choque.
O jovem saiu da prisão de manhã cedo. Os seus documentos, uma mala com os seus pertences, o silêncio da rua — não precisava de mais nada. Chamou imediatamente um táxi e disse o único lugar para onde queria ir: o cemitério onde a sua noiva estava sepultada.
Quando o carro parou, ficou parado durante muito tempo junto ao portão, como se hesitasse em entrar. O seu estômago se contraiu. Nunca ali estivera antes — fora preso durante o funeral da sua amada. Nem sequer tinha visto onde ela estava enterrada. Tinha passado quase cinco anos na prisão.

O cemitério revelou-se enorme. As fileiras de lápides estendiam-se infinitamente. Vagueou entre elas durante quase meia hora, examinando cada uma. O nome que precisava não estava em lado nenhum. Apenas nomes estranhos, datas estranhas, histórias estranhas.
Tirou do bolso um pedaço de papel amachucado: local de enterramento, jazigo, fila. Mas tudo estava escrito de forma tão torta, como se alguém o tivesse escrito à pressa.
Caminhou pela fileira indicada — nada. Caminhou novamente — ainda nada.
Finalmente, avistou o guarda, um senhor de idade com blusão e botas de borracha.
« Com licença… » a sua voz falhou. « Preciso de uma sepultura. Aqui está o nome. Aqui está o documento. Pode ajudar-me? »
O guarda pegou no papel, olhou-o com os olhos semicerrados por um longo momento e assentiu:
« Ah… sim, lembro-me. Enterraram esta rapariga. Um nome tão raro. Vamos lá. »
Conduziu-o para um jazigo diferente, não o que constava nos papéis. O guarda acenou com a mão:
« Pronto. Ela está aqui. »
Saiu, deixando o rapaz sozinho.
Após a detenção, a primeira coisa que o jovem fez foi ir ao túmulo da sua falecida noiva. Baixou-se para colocar flores, mas de repente reparou em algo estranho na sua lápide — e gelou em choque.
Só então viu a lápide. Grande, preta, em forma de coração, com a fotografia dela. Flores, molduras — tudo parecia organizado, como se alguém viesse com frequência. Ele aproximou-se. Ajoelhou-se para colocar as flores e, nesse momento, reparou em algo estranho. 😱😨 Continua no primeiro comentário 👇👇
E foi nesse momento que o seu olhar recaiu sobre as datas. A princípio, ele simplesmente não compreendeu. Leu-as novamente. E novamente.
A data de nascimento estava errada. Ela não podia ter nascido naquele ano, disso tinha a certeza. A data da morte também não batia certo. De acordo com os documentos, terá morrido antes da data ali registada.
Levantou-se, deu um passo atrás e voltou a olhar para a lápide, desta vez com mais atenção. As datas estavam gravadas de forma diferente — a profundidade e o tom eram diferentes. Como se tivessem sido acrescentadas posteriormente, sobre as anteriores.
Passou o dedo sobre a pedra e sentiu: sob a superfície polida, estavam escondidos vestígios dos números antigos. Alguém tinha apagado as datas originais e adicionado novas.
E então o pensamento que o fizera estremecer tornou-se muito claro:
Após a detenção, a primeira coisa que o jovem fez foi ir ao túmulo da sua falecida noiva. Baixou-se para colocar flores, mas de repente reparou em algo estranho na sua lápide — e gelou em choque.
Ela não está aqui enterrada. Este túmulo pertence a outra mulher. O nome dela foi simplesmente acrescentado por cima.
Baixou lentamente a mão até à lápide, tentando perceber exatamente o que estava a acontecer.
Se este não é o túmulo dela… Se está aqui sepultada outra pessoa… Então onde está a noiva dele? E porque é que alguém mudou o local do funeral dela?
Ficou imóvel enquanto o vento agitava a erva.
Agora sabia uma coisa: nunca lhe tinham contado toda a verdade sobre a morte dela. E talvez fosse por isso que ali estivera sentado todos aqueles anos.